Meu Pai me Comeu

Hoje sou maior de idade e gay assumido. Fui iniciado pelo meu pai e não tenho raiva dele não. Aliás, eu agradeço muito a ele por ter me tirado do armário. Ainda resido com meu pai, mas viajo muito pelo Brasil, pois trabalho como representante comercial. Vou contar como tudo começou. Desde muito cedo, percebi que eu não era igual aos demais meninos. Enquanto eles corriam, brigavam, jogavam bola e faziam tudo que a molecada faz, eu ficava brincando de bonecas com uma vizinha. Quando mamãe morava conosco, eu ficava a tarde inteira experimentando suas roupas. Adorava colocar calcinhas e olhar no espelho. Minha mãe foi embora com outro homem e fiquei em casa com papai. Achei estranho, muito estranho, papai não procurar outra mulher. Ele só recebia visitas masculinas. Aquilo me deixou encafifado. Como pode um homem só ter só amigos. E as amigas? E as namoradas? Certo dia flagrei papai de quatro dando para um homem. Olhei pelo buraquinho da fechadura da porta do quarto do papai e fiquei estupefato.

 

Papai estava aguentando uma rola enorme no cu. Gemia como uma gatinha no cio. Eu fui para o meu quarto chocado, mas fiquei super excitado.Papai era gay. E eu? Agora sabia que herdara do papai tal “defeitinho”. Enfiei o dedo do cuzinho e bati uma punheta, feliz da vida. No dia seguinte, entrei no quarto do papai e entrei debaixo do cobertor, falando:”_Papai, ontem eu vi pelo buraco da fechadura o senhor com aquele cara…” Papai ficou branco de susto. Perdeu a voz. Não sabia se justificava, se xingava, se chorava… Vendo papai super nervoso e sem jeito, procurei acalmá-lo:”_Papai, não fique nervoso, ser gay não é cometer crime, há muitos gay sensacionais no mundo, artistas, poetas, escritores, cientistas… Papai, eu VOU CONFESSAR, EU TAMBÉM SOU GAY”. Papai não acreditou no que ouviu. Depois de uns minutos, sentou-se sobre o travesseiro e se abriu comigo, dizendo que sempre foi gay e que o casamento dele só não foi um grande equívoco porque eu havia nascido. Mas disse que minha mãe nunca o perdoou, quando descobriu. Foi embora sem nunca mais dar notícias. Dei um abraço muito forte no papai, coloquei meu rosto no seu peito e ficamos assim um tempão. Sem querer, encostei a mão no pau do papai, quando fui acariciar seu peito. Ele se assustou um pouco, mas não tirei a mão. O pau de papai cresceu na minha mão. Como ele estava de cueca larga, senti o bruto na mão. Adorei.

Tirei tudo pra fora e como estava com a boca por perto,iniciei um boquete, sem qualquer constrangimento. Eu e papai estávamos nos entendendo. Chupei com maestria. Caprichei muito, até que papai começou a gozar, não resistindo ao meu boquete, acompanhado de umas punhetinhas carinhosas. Papai gozou na minha boca, dando urros e estremecendo todinho, segurando minha cabeça com carinho. Engoli toda a porra paterna. Que gostoso. Nunca pensei em agradar tanto papai. Ele ficou satisfeitíssimo e adormeceu feliz. Eu dormi um pouquinho ao seu lado, abraçadinho ao meu paizinho querido. Acordei quando papai estava puxando minha cuequinha. Ajudei e fiquei peladinho de costas pro papai. Sabia o que ele queria. Era, logicamente, meu cuzinho virgem. Encostei o mais que pude no pau do papai e fiquei aguardando a estocada. Não entrou de jeito nenhum, para minha decepção. Fiquei de quatro e papai veio por cima, passando uma pomadinha lubrificante que estava no criado mudo. Desta vez doeu mas entrou. Entrou com certa dificuldade, mas estrou tudo. Adorei aquele pinto, de tamanho normal, entrando e entrando no meu rabo. Que delícia ser enrabado pela pessoa que mais adoro na vida. Meu pai. O vai e vem do papai foi sensacional. Como “entendido” no assunto, papai caprichou no balanço, sem se esquecer de punhetar meu pau, que estava latejando, quase gozando. Segurei o máximo que pude, para aproveitar o máximo aquele pau dentro de mim.Dou para meu pai todos os dias.

Não aguentamos e gozamos juntos. Estava muito bom receber, pela primeira vez, aquele jato quente entrando dentro de mim e saindo daquele pau latejante, com o tamanho aumentado. Foi uma delícia. Depois daquele dia, papai começou a me tratar de forma diferente. Eu era o seu amigo, seu amante e, como sempre fui, seu filho querido. Passei a dar para o papai todos os dias. Muitas vezes, participei de suas transas com seus amigos gays, mas isso eu conto em outra oportunidade.

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